O Pontilhão de Ferro Manoel Cavalcanti de Albuquerque é um importante patrimônio histórico localizado na cidade de Ponte Nova, Minas Gerais. Construído sobre o Rio Piranga, o pontilhão teve sua estrutura metálica trazida da Inglaterra pela concessionária ferroviária inglesa Leopoldina Railway.
As obras de construção tiveram início em 1910, e a inauguração ocorreu em 1911. Na época, a estrutura fazia parte da malha ferroviária da região e era utilizada para o transporte de cargas e passageiros, desempenhando papel fundamental no desenvolvimento econômico local.
Com a desativação da ferrovia em 1970, o pontilhão deixou de ser utilizado para o tráfego ferroviário. Atualmente, a estrutura passou a servir como passagem para pedestres e tornou-se um dos principais cartões-postais de Ponte Nova, preservando a memória da história ferroviária do município.
Reconhecendo sua relevância histórica, cultural e arquitetônica, o Pontilhão de Ferro foi tombado como patrimônio do município em 2006, consolidando sua importância como símbolo da identidade e da memória da cidade.
No dia 16 de janeiro de 2026 foi realizado o maepamento do Pontilhão de Ferro por meio da técnica LiDAR. Foi utilizado o Hovermap, embarcado em drone para fazer a captura e mapeamento e também o Hovermap em punho.
Posteriormente, todos os dados foram processados no software Aura da Emesent e gerada a nuvem de pontos para desenvolvimento dos produtos finais.
A Gestão Engenharia utiliza drones e técnicas de modelagem tridimensional para:




O resultado é um modelo digital navegável, que revela a complexidade e a beleza do Pontilhão de Ferro
O mapeamento 3D permite compreender a Casa de Pedra de forma precisa e detalhada, sem interferir em sua estrutura natural ou comprometer suas formações.
Ao registrar digitalmente a caverna, a tecnologia cria uma base segura para a documentação técnica, a produção de materiais visuais e educativos e o apoio a estudos científicos.
Além disso, o modelo tridimensional contribui diretamente para ações de geoconservação, reduzindo a necessidade de intervenções físicas e ajudando na tomada de decisões voltadas à proteção desse patrimônio natural.
Mapear é, também, uma forma consciente e responsável de preservar.